Se tivermos em conta como fomos educados e como nós pais educamos nossos filhos hoje, nos daremos conta de que muitas coisas melhoraram. Ainda sim, e infelizmente, muitas pessoas continuam acreditando que tanto o castigo físico (palmadas) como a agressão verbal (gritos, insultos e humilhações) devem fazer parte da educação das crianças. Essa é uma crença de que esses recursos agressivos são relevantes para mostrar sua autoridade como pais. Veja 8 motivos para bater em seu filho ou continuar batendo nele.

1) Bater não é espancar

Crença: Bater é dar umas boas palmadas. Espancar é outra coisa, pode deixar a criança roxa e até matar.

Realidade: Bater é uma forma menos agressiva de dar umas boas pancadas em alguém. Espancar é bater e mais. A diferença é a intensidade das pancadas. Dar palmadas, chineladas, varadas, espancar são formas de violência contra a criança.

2) Bater não mata

Crença: Meus pais me batiam e eu continuo vivo. Não mata ninguém. Apenas ajuda a formar o caráter do sujeito, evitando que apanhe da vida.

Realidade: Se você não morreu, sinta-se um sobrevivente. Bater em seu filho não mata, mas sim educa para a perpetuação da cultura da violência. Uma palmada bem dada, no momento “certo”, NÃO EDUCA. Por que você não morreu e chegou até aqui, nem se tornou um marginal é aceitável bater em uma criança? Não, ninguém merece ser agredido fisicamente. Nem você, nem seu filho. Lembre-se de que você não deveria ser um sobrevivente, deveria ser apenas um ser humano mais.

3) Bato porque fui criado assim

Crença: Sou agradecido a meus pais por terem me criado assim. Se não fossem as surras e palmadas, hoje poderia não ser um homem de bem.

Realidade: Nós pais somos exemplo para nossos filhos. Você apenas reproduz o exemplo que seus pais lhe deram. Repense seu papel de pai e de mãe. Ao usar de violência física ou psicológica, ensinamos a nossos filhos que a humilhação e a violência são meios de chegar aonde se quer. É essa conduta que queremos que nossos filhos perpetuem em seus filhos?

4) Quem apanha não cresce revoltado

Crença: Apanhei e sou um homem de bem.

Realidade: Crianças educadas em um entorno violento podem acreditar que a violência é a única maneira de solucionar os problemas. Dessa forma, aprendem que a agressão física ou verbal são modos de tratar os demais. A violência prejudica sua saúde física e emocional, seu desenvolvimento cognitivo, sua autoestima e debilita e dificulta as relações que estabelece com outras pessoas.

Portanto, você pode ser um homem de bem, mas pode ser que sofra de autoestima, cultive o medo, sinta-se culpado sempre mesmo quando não a tem… Os prejuízos da violência nas crianças vão muito além do que uma marca ou uma cicatriz física. Os danos emocionais podem ser determinantes na vida adulta.

5) Bater é corrigir no momento

Crença: Ao bater, mostro à criança que teve uma má conduta e que não deve repeti-la.

Realidade: A violência física corrige a curto prazo. De fato, e já provado em inúmeras pesquisas, a criança não aprende ao apanhar. Isso porque não compreende o erro e não tem a oportunidade de aprender a fazer diferente. Quem bate não explica o motivo de estar batendo. É por isso que você já terá observado que, por mais que bata na criança, ela continua repetindo a mesma conduta. Logo, bater pode corrigir no momento, mas não há nenhuma certeza de transformação do comportamento da criança.

Aliás, uma coisa é certa. A violência ajuda a colocar freio no mau comportamento da criança porque gera medo. O que corrige o comportamento da criança é a repetição. É preciso ter paciência e ser firme. Lembrar, diariamente, as crianças sobre as regras e limites. Explicar-lhes por que seu comportamento é inadequado. Fazer-lhe saber como deveria se comportar.

6) O mundo está violento porque já não se pode bater em filho

Crença: Como nos tiraram o direito de bater nos nossos filhos, ameaçando-nos com punição através da lei, não se pode nem educá-los e ensiná-los o correto.

Realidade: O mundo está violento porque normalizamos a violência dentro de nossas próprias casas. Não falamos de sentimentos e emoções. Lembre-se, bater no filho não é um direito nosso de pais. Educar não é submeter, mas sim “acompanhar, guiar, conter, empatizar, compreender, perdoar, oferecer alternativas, fazer autocrítica, negociar e escutar e, sobretudo, ser exemplo e modelo do que queremos que façam ou sejam nossos filhos”, afirmou Olga Carmona. Aos nos propormos à maternidade e à paternidade, nos comprometemos com o novo ser gerado, para amá-lo, incondicionalmente, protegê-lo e respeitá-lo.

7) Não bater é criar criança mimada

Crença: Criança chata e mimada é falta de ter recebido um bom corretivo. Em outras palavras, não bater é sinônimo de consentir e mimar a criança.

Realidade: Não bater não é um sinônimo de não colocar limites. O caso é que muitos pais vão de um extremo a outro. Ou consentem deliberadamente, ou batem sem freio. Colocar limites faz parte da criação, mas esses podem ser estabelecidos desde o respeito, o amor e o apego, sem gritos nem ameaças. É possível estabelecer limites com empatia.

8) A lei Menino Bernardo é absurda

Crença: A lei Menino Bernardo impõe um modo de criação diverso do que eu acredito. Quem melhor do que eu, como pai ou como mãe, pode dizer qual o melhor modo de corrigir os erros dos meus filhos?

Realidade: O Brasil é um dos 59 países do mundo que pune a violência física com base na lei. Esse é um avanço, certamente. No entanto, falta muito para que a lei possa ser um instrumento de proteção para a criança. Ainda está muito generalizado o castigo físico e psicológico em nosso país. É preciso uma mudança radical no modo de ver a criação, respeitando o menor por ser um ser ainda em aprendizagem. Dando o suporte adequado para o seu desenvolvimento físico e psicológico.

Então, por que você NÃO deve bater em seu filho?

Sabemos que o título da nossa publicação seja um pouco apelativo. Especialmente porque, se você chegou até aqui, compreendeu que nosso objetivo é fazê-lo, como pai e mãe, perceber como a violência física e psicológica pode causar uma série de danos ao desenvolvimento de nossos filhos. Além disso, como isso, a longo prazo, cria um ambiente social doente e violento.

Em pesquisa divulgada pela UNICEF, 7 de cada 10 crianças são vítimas de violência em suas próprias casas. A criança é a vítima do maltrato e não devemos fazê-la sentir-se culpada por coisas que ainda está aprendendo. Ela não fará o “certo” porque apanhe. Ela fará o “certo” depois que você repetir muitas vezes como deve fazê-lo.

Vejamos a alguns exemplos?

“Não faça com os demais o que não gostaria que fizessem com você”.

Certamente você já falou esse pensamento. Ninguém aqui gosta de apanhar, não é mesmo? Então porque nos parece normal que uma criança apanhe?

Você não vai por aí batendo em todo o mundo porque não fazem o que deseja. Então porque lhe parece tão normal bater em seu filho porque não faz os deveres, não recolhe os brinquedos ou briga com o irmão?

Achamos absurdo quando um homem bate em uma mulher. Hoje tanto recriminamos pessoas que maltratam animais. Criticamos pessoas que batem em homossexuais por preconceito. Então, por que é tão normal bater em uma criança?

Quando o amiguinho do seu filho faz uma birra em sua casa. Como você resolve a situação? Aposto que conversa com ele, mostra-lhe opções, tenta acolhê-lo da melhor forma para que passe o mau momento. Por que se o mesmo é com seu filho você resolve com a palmada?

Por que somos capazes de solucionar o problema com o filho do vizinho desde o carinho, a compreensão, o diálogo e o respeito, mas não somos capazes de fazer o mesmo com nosso filho?

Educando para a paz

Fica aqui uma reflexão, para que você mesmo possa começar a tirar as suas próprias conclusões. Para finalizar, gostaríamos de recordar o desejo de Maria Montessori de uma educação para a paz. Para ela, na nossa cultura, vivemos uma eterna guerra entre o adulto e a criança. No dia a dia, nós pais nos colocamos em posição de superioridade, deixando à criança a difícil e sofrida tarefa de satisfazer todas as nossas vontades.

Esquecemo-nos de que as crianças deveriam ser criadas para ser livres e independentes, capazes de regenerar a raça humana e a sociedade. Ao querer que se comportem como mini-adultos, impedimos que desenvolva em sua plenitude. Engessamos nossos filhos em moldes recheados de excessos de violência.

Se queremos um mundo de paz, é preciso que comecemos a educar para a paz.

Disciplina Positiva

Através da Disciplina Positiva aprendemos a centrar-nos em potenciar habilidades em nossos filhos para que possam ser capazes de solucionar problemas por eles mesmos. Também reconhecemos que castigos físicos e psicológicos não são recursos que favoreçam a criar crianças com autonomia, responsáveis e independentes. Saiba mais:

Educação Emocional

Na seção Educação Emocional aprendemos como ajudar nossos filhos a reconhecer e identificar as emoções corretamente. A partir do desenvolvimento da inteligência emocional, a criança está preparada para vivenciar situações várias de uma maneira equilibrada. Descubra mais:


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72 Comentários

  1. HERCULES nervo da silva Responder

    fui criado numa familia onde se ganha oque merece, tudo aconteceu, subi em arvore , tomei banho de rio, andei de bicicleta, a cavalo, quando descumpria regras , o lembrete vinha ,meus filhos foram criados com regras , pedirei, mandarei, e vem pro abraço, nunca usei nada além das palmadas na bunda, e depois braço aberto no canto ,depois a conversa ,cresceram, minha filha e pedagoga, meu filho contador começou a trabalhar aos 15 anos e nunca mais parou, deu certo para mim , e principalmente para eles, meus orgulhos como cidadãos. Nunca espanquei eles , mas a sociedade agride , traumatiza bem mais que as palmadas dadas por mim, desde cedo estavam em creche , mas meus ensinamentos sempre prevaleceram. conheci pais que choravam após bater nos filhos e bem prefiro não comentar.

    • Karina Responder

      Devemos sempre respeitar a forma de educar de cada pai. Continuamos tendo a clara certeza de que as palmadas a tempo não são o caminho para uma educação de paz. Nem palmadas, nem gritos, nem castigos. Obviamente, a criança que apanha de seus pais, sempre buscaram o abraço deles, afinal são suas figuras de referência e a quem recorrem. No entanto, crescem com traumas que, muitas vezes, parecem imperceptíveis. Mas, em sua grande maioria, tornam-se adultos inseguros, com problemas para se comunicar de forma sincera. Acabam por ocultar informações, faltam com a verdade por medo e insegurança do que o outro vai pensar. Infelizmente é assim. Levar uma palmada não está relacionado ao fracasso ou sucesso na vida profissional, mas sim aos problemas psicológicos que impedem o sujeito de ser, realmente, feliz.
      Bater não educa!

  2. Tenho 15 anos e achei esse site enquanto pesquisava a opinião das pessoas sobre esse assunto pra ver se sou a única que pensa assim. Meu pensamento é que bater msm que seja um tapa, uma chinelada, um apertão ou qualquer coisa do gênero é extremamente errado pq meus pais, meus tios e todos os adultos que conheço sempre bateram nos filhos e gritaram e afins, meu irmão e outros parentes que passaram por isso acham normal e educativo mas eu e uns primos meus que passamos discordamos até pq eu consigo perceber que por causa disso minha personalidade só piorou e atualmente eu tenho problemas psicológicos e emocionais que eu sei que foi causado por causa disso pq quando eu era mais nova eu tinha uma personalidade bem melhor e meus pais não eram tão “grossos” como são hoje em dia, além disso atualmente eu tenho constantes pensamentos negativos com relação a tudo e também já fiquei com medo dos meus pais várias vezes. Recentemente fui em um aniversário e meu primo que tem menos de 9 anos tava fazendo mó bagunça então a mão dele bateu nele e tals e deixou ele de castigo na sala e como eu e meu primo de 10 anos que é irmão do de 9 estávamos lá vimos como ele tava e ele tava chorando muito ele já tem problema de tipo umas crise de pânico e ele também ficou falando que ninguém lá dos adultos gosta dele….enfim, da pra perceber que essa “agressividade” vai gerar problemas pro psicológicos nele no futuro que já deixa em muita gnt hoje em dia, e eu sou um exemplo e inclusive passo em psicólogo.

    • Oi gabriela, ja é comprovado hoje em dia que bater na criança gera varios problemas, todos os argumentos dessa pagina não fazem o menor sentido, o proprio nome da pagina nao faz sentido, ja que apego não é uma coisa boa.
      Se quiser falar mais sobre isso fale comigo pois tambem ja passei por isso na infacia e consegui resolver.

      • Estou falando só da parte de cima claro, leia o texto de baixo a pagina nao defende isso realmente.

      • Karina Responder

        Oi Lucas, talvez não tenha lido bem nem tenha entendido o texto. Justamente o título é uma chamada para desconstruir a ideia de que bater educa. Lendo pelo título, pode parecer que é um incentivo a bater na criança. Mas ao ler cada um dos motivos, você percebe, claramente, que todos os mitos são desconstruídos. O apego é uma coisa boa e positva para a criança, já que lhe da segurança e proteção.

    • Karina Responder

      Muito obrigada por sua mensagem. Exatamente assim. É preciso que as pessoas entendam que o bater, o gritar e os castigos não estão relacionados ao sucesso ou ao fracasso profissional no futuro, mas sim que geram muitos problemas psicológicos como a insegurança, a desproteção, o medo… pode acabar por criar ansiedade, crises de pânico, incapacidade de comunicação… e por aí vai.

  3. Educar é uma tarefa muito difícil. Sofro muito quando bato na minha filha e sei que ela sofre também. Não espanco e reconheço que ninguém merece apanhar. Percebo a minha falta de controle emocional quando bato e me questiono “e se isso não adiantar?”. Apanhei da minha mãe, mas não fui espancado e não consigo identificar o mal que pode ter me causado, até porque a minha formação se deve a várias situações sociais também. Mas isso não justifica bater. O fato é que às vezes o diálogo não funciona, deixar de castigo também. Talvez eu esteja dialogando do jeito errado, vai saber… quando bato sei que faço errado porque acredito que possa ser diferente, porém, não tenho conseguido fazer diferente às vezes.

    • Karina Responder

      Olá Marcelo, sugiro que busque ajuda com algum especialista parental. Eu também recebi o mesmo tipo de educação e também não conseguia ver o que havia de errado nisso até porque sou uma pessoa que alcancei o sucesso profissional. No entanto, fiz terapia e trabalhei as feridas emocionais do passado. Só aprendendo mais sobre autoconhecimento me dei conta de que sou insegura, muitas vezes ficava calada por medo do que o outro ia dizer ou me julgar… enfim, o passo está em você. As crianças sempre buscarão desafios e, ainda que pareça que não funciona, é preciso ter persistência. Para que uma criança entenda as regras é preciso repeti-la 200 vezes ou mais, ser firme e colocar o limite.
      Confie que possa mudar, busque alguém especializado para ajuda-lo nesse processo!

  4. Ufa, ainda bem que li o texto até o final. Eu vi o título e achei um ABSURDO, já ia criticar com certeza, mas graças a Deus eu li e vi que é um texto muito bom e consciente, ainda mais por citar Maria Montessori que eu adoro. Não sou mãe, mas sou contra bater em crianças. Parabéns pelo bom texto!

  5. Me respondam a outra coisa e normal ter um pai Álcoolico a bater nos filhos pq não está bem pq tem álcool no cérebro, isso e educar um filho este não é o meu caso, mas tenho um colega meu que aconteceu isso o pai chegava a casa bêbado e batia no filho até que um dia ele disse basta foi a policia e disseram que era educar que não podiam fazer nada então ele decidiu ser ele a resolver o pai com costume chegou a casa bêbado para bater no filho pegou no cinto, mas ele tinha se preparado ele conseguiu se defender, prendeu o pai no quarto e fugiu de casa foi viver com outros familiares me digam Isto é normal, isto é educar.

  6. Esqueci me de referir um dos motivos de bater é que ninguém se revolta. Isto está mal conheço muitas pessoas que levaram palmadas dos pais. E sabe onde estão eles agora a viver sem eles alguns muitos felizes por não levarem palmadas outros com saudades de ver os pais, mas me corrigem se eu tiver errado desde quando é que bater numa pessoa não é agressão ter medo dos pais não querer fazer queixa pois pode prejudicar a situação este site é só ridículo pais que estão a ler isto eu sou um adolescente. E a minha pergunta é vocês sentem-se bem a bater nos vossos filhos me tê-los a chorar? Me respondam sff

  7. Este saite é só ridículo me explique e normal ir para uma escola com um olho Negro, não poder sair com amigos, não poder ter privacidade. Me expliquem se estou errado mas este saite e deveras ridículo uma coisa é uma palmada no rabo que é o normal de todos outra coisa é ficar nwgro, e não poder fazer aquilo que um adolescente quere.

  8. A teoria pedagógica da “não-violência” está em declínio em todo o mundo, não por menos, em pouco mais de duas décadas de sua defesa – e uma década de imposição por lei – em muitos países hoje crianças de 10 anos e adultos de 20 estão enfrentando sérios problemas comportamentais, elevada frequência de terapias psicológicas em clínicas especializadas, surto de criminosos menores de idade, aumento de violência doméstica praticada pelos filhos, gravidez precoce e abandono de lar, com frequente uso de drogas e álcool em idade escolar.

    A pedagogia que prega “a criminalização” de todo castigo físico – vide Lei M.B. de 2014 – que alterou o ECA fez um estrago tão grande nas familias “conectadas” – justamente aquelas com acesso à informação e mães inexperientes mas com boa escolaridade – que atualmente temos um surto sem precedentes dos males supracitados.

    Vale lembrar que nenhuma “pesquisa científica” serve de lastro probatório para uma obrigação legal no que tange à forma com que criam os filhos uma cultura – seja ela qual for, pois estamos falando de uma cultura (fato social) e não de um fato científico per si. O que ocorre na tal disposição desses movimentos é que têm eles outra visão moral dos fatos, isto é, encaram a violência de maneira oposta daquela tradicional. E com toda honestidade do mundo e observação dos fatos sociais em duas décadas, tal proposta falhou miseravelmente, gerando com ela um número incontável de filhos estúpidos, egoístas, mimados, rebeldes, violentos e psicologicamente frágeis – JUSTO AQUILO que tal pedagogia “critica” veio combater.

    Vivi para ver isso e rir da cara dos acadêmicos.

    Dica para os pais: fujam dessas madames e desses fanfarrões, vara de marmelo no filho rebelde e seja feliz.

    • Que opinião ridícula, você diz que os filhos que não levam tapas e afins são mimados, violentos….mas muitos não são e muitos que levam são então para de ser hipócrita e presta mais atenção no mundo ao seu redor, quando vc tiver um filho que tem medo de vc e que não ta aguentando mais nem a própria vida por causa desse tipo de agressão vc entenda

  9. Um dos problemas com teorias sobre o tema tratado é que dificilmente abordam o assunto com equilíbrio. A disciplina deve ser com uma comunicação que a criança entenda, mas deve também estabelecer um limite claro e transparente, ou seja, se for necessário umas palmadas para estabelecer esse limite, que seja assim. Sempre bem entendido e com respeito à criança. Sempre apanhei, mas nunca ouvi uma explicação. Qual foi o problema então? A falta de explicação.

  10. URLAN SALGADO DE BARROS Responder

    Maria Montessori não criou uma pedagogia desvinculada da religião. As Sagradas Escrituras, a Sagrada Tradição, os santos, Santo Tomás de Aquino (doutor comum) recomendam as palmadas, obviamente não o espancamento. A resposta a quem seguir é óbvia.

    • Você cita santo como evidência de que tem que dar palmadas? Religião tem mais é que se foder e religioso também.

  11. Claramente não tem filhos quem defende a não disciplinalização de uma criança. Prefiro um filho disciplinado do que presidiário. Simples assim. Eles mentem por falta de moral, comerem atitudes sem pensar e não sabem nada sobre regras. Agora explicado, se não cumprem, deve haver rigor físico sim.
    Entenda, você faz do seu filho o marginal que quiser, o meu, não!

    • Bom, eu sou uma mulher de vinte e dois anos e nunca levei uma palmada sequer. Nunca fui parar na cadeia e também nunca nem se quer levantei o tom de voz para os meus pais. Bater nunca foi e nunca sera a única forma de educar um filho, sou lésbica e quando contei para meus pais eles nem se quer pensaram em me bater.
      Talvez se eu tivesse levado umas palmadas quando menor nao estaria tao confiante em contar para eles assim, por medo.

  12. Artur da Silva Responder

    Isso ja resume tudo…

    Não entenda mal – não estamos de modo algum defendendo o abuso infantil. Uma criança nunca deve ser disciplinada fisicamente a ponto de causar-lhe dano físico. De acordo com a Bíblia, entretanto, a disciplina física, de forma apropriada e controlada, é algo bom e contribui para o bem-estar e correto treinamento da criança.

    Na verdade, muitas Escrituras promovem a disciplina física. “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14; ver também 13:24; 22:15; 20:30). Há também outros versículos que apoiam a correção física (Provérbios 13:24, 22:15, 20:30). A Bíblia fortemente enfatiza a importância da disciplina; é algo de que todos precisamos para que sejamos pessoas produtivas, e é muito mais fácil se aprendido quando somos mais jovens. Crianças que não recebem disciplina muitas vezes crescem rebeldes, não têm respeito à autoridade e como resultado não estão dispostas a prontamente obedecer e seguir a Deus. O próprio Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir ao caminho certo e para encorajar o arrependimento por nossos atos errados (Salmos 94:12; Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9).

    É por isso que essa geração de hoje é tão problemática, não respeitam ninguem, são delinquentes…
    Pais que não sabem impor autoridade quando necessário

  13. Pessoal, calma é um assunto polêmico sim contudo devemos respeitar a opinião de cada um.

  14. fico indignada com pessoas Q não sabem diferençar duas palavras tão simples. Então vamos aprender?
    Palmadas: crianças q fazem o que os pais querem por respeito.
    Espancar: crianças que fazem o que os pais querem por medo.

    Simples não?
    Se a criança nunca precisou apanhar pq o diálogo resolveu…ótimo
    Mas nem todas são assim… correção física, como a palmada, tbm e um ato de amor e bíblico.

    • Artur da Silva Responder

      Verdade 🙂

      Na verdade, muitas Escrituras promovem a disciplina física. “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14; ver também 13:24; 22:15; 20:30). Há também outros versículos que apoiam a correção física (Provérbios 13:24, 22:15, 20:30). A Bíblia fortemente enfatiza a importância da disciplina; é algo de que todos precisamos para que sejamos pessoas produtivas, e é muito mais fácil se aprendido quando somos mais jovens. Crianças que não recebem disciplina muitas vezes crescem rebeldes, não têm respeito à autoridade e como resultado não estão dispostas a prontamente obedecer e seguir a Deus. O próprio Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir ao caminho certo e para encorajar o arrependimento por nossos atos errados (Salmos 94:12; Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9).

  15. meu filho anda muito rebelde ultimamente e eu tenho controlado o que ele faz através do uso de um programa Espião de Celular, o Spymaster https://www.syncsoft.com.br/ tenho gostado muito usem vcs também irão gostar!

  16. Bater para educar, até quando? Estudo indica que crianças que apanharam de seus pais aos 5 anos tinham mais problemas de comportamento aos 6 e aos 8 Por Fernanda Montano – atualizada em 18/06/2018 08h45

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    bater_palmadas_triste (Foto: Thinkstock)
    Bater nas crianças pode ensiná-las a serem agressivas (Foto: Thinkstock)
    Os entraves do dia a dia podem tirar você do sério – e com razão! Afinal, acontecem repetidas vezes, pelos mesmos motivos. O estresse diário, contudo, não justifica uma palmada sequer. Até porque ela não vai resolver; pelo contrário, pode até piorar.

    Um estudo da Universidade do Texas em parceria com a Universidade da Virginia (ambas dos EUA) mostrou que crianças que apanharam de seus pais aos 5 anos tinham mais problemas de comportamento aos 6 e aos 8. Inúmeros estudos anteriores comprovaram o mesmo. O diferencial dessa pesquisa foi analisar um maior número de variáveis para demonstrar que o pior comportamento estava relacionado à violência, independentemente de características pessoais da criança, dos pais e do ambiente.

    Bater é educar pelo medo, o que não é nada saudável. “Quando você bate, está ensinando as crianças a serem agressivas. Está mostrando que, com força física, as pessoas se submetem. O melhor é ensinar seu filho a discernir entre o certo e o errado, o que só conseguimos com diálogo e exemplos. A criança imita o comportamento dos pais, afinal”, afirma a psicóloga e psicopedagoga Cynthia Wood, da clínica Crescendo e Aprendendo (SP).

    Aqui damos várias ideias para você lidar com as batalhas do dia a dia sem recorrer à violência, todas embasadas em depoimentos de especialistas e pais entrevistados. Que tal testá-las em casa? Se demorar para fazer efeito, conte até mil, mas jamais levante a mão para seu filho.

    + Meu filho não quer escovar os dentes. E agora?

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  17. Magda Gardelli Responder

    Gente, é um absurdo pensar que se pode educar batendo em uma criança em pleno século XXI. Se acreditamos nisso, acreditamos que um marido bater em uma mulher. Que o mais forte, sempre pode bater no mais fraco para conseguir o que quer. Medo e respeito são coisas distintas. Os pais ou familiares precisam estar presentes e darem o exemplo. Amor, respeito, afeto são os únicos caminhos para se educar alguém

  18. Cleide Cunha Castro Responder

    Sei a diferença entre ser espancada,xingada com umas palmadas ,meu pai era violento me batia com fios de chuveiro,paus e o que estivesse nas mãos,minha mãe conversava muito comigo,me educava,mas de vez em quando dava palmadas e nunca me senti diminuida, traumatizada com ela pelo contrário aprendi muitas coisas boas para a vida com ela, ja os gritos, espancamentos do pai me deixaram doente mental e emocional

  19. parabens voce escreveu tudo certinho ,eu era muito espancada pela minha mae ,com 15 anos de idade eu deixei a casa dela e feliz da vida ,me senti como se tivesse me libertando de um demónio horrível ,me desculpe falar assim mais e a mais pura verdade , hoje tenho 41 anos de idade ,nunca tive saudades de minha mae , e não sinto orgulho nenhum de ter saído dela ,antes eu lamento ela não ter me dado pra adoção ,teria sido 1000 vezes melhor , eu não sou a única que penso assim , muitas pessoas escondem isso dentro de si ,eu conheci muitas pessoas que nunca amaram seus pais pelo mesmo motivo, as vezes eu sou uma pessoa violenta também ,tento resolver as coisas a base do grito , mais eu sei que o certo e a paz e não a violência ,valeu pelo que voce escreveu , me ajudou a me entender melhor , obrigado

    • Karina Responder

      Oi Carina, obrigada por postar sua experiência. Realmente, é muito difícil para muitos entender que o amor não deve ser provado à base de violência. Devemos ser capazes de compreender o quanto os castigos, físicos e psicológicos, repercutem em nossas vidas. É certo que, antes, esses eram os recursos que nossos pais tinham. Mas hoje temos outros e podemos modificar a forma de educar nossos filhos se queremos criar um mundo de paz.

    • Magda Gardelli Responder

      Seu comentário, Carina, resume o quanto a violência do mais forte para o mais fraco é a forma que os imbecis utilizam para conviver com o outro. Não posso dizer que sua mãe era uma imbecil, porque naquela época, havia muita ignorância, mas atualmente? Quem afirma que bater , educa, é um imbecil. Sinto muito pela sua infância e adolescência .

      • Karina Responder

        Exatamente, Magda. Eu penso que, no tempo de nossos pais, uma educação opressora era o que se levava. Não havia toda a informação que há hoje. Não havia toda a crítica e liberdade de pensamento que há hoje. Logo, nos tempos de hoje, persistir no modelo de educação que nos impôs nossos pais é uma falácia.

    • Ñ vjo amor no ato d bater em um filho, ñ vjo respeito em um ato assim, mto menos a intenção d educar. O q vjo é a falta d sabedoria e paciência com um ser mais frágil e indefeso. Vjo pessoas baterem no filho justamente por ele ter batido no priminho ou no irmãozinho, desculpa aí, mas ensinar q ñ pode bater justamente fazendo a msma coisa? Pais e Mães precisam educar com amor, sebedoria e respeito. Filho q apanha ñ respeita os pais, apenas sente medo. Usar passagens biblícas para justificar isso é um tanto quanto arriscado, pois no final das contas o significado pode ser outro, ñ bater, mas sim educar… Se todos entendessem a biblía ñ seriam necessários estudos biblícos ou até msm a teologia. Tm mt coisa subtendida, mas DEUS é amor e ñ violência… Além do mais existe uma parte biblíca em q JESUS fala das crianças, reflitam um pouco, será q ELE aprova essas “palmadas” ?

    • Que absurda resposta, quantos anos você tem? Deve ser um ser muito retrógrado! Acho que eu devo estar delirando, devo ter lido errado seu comentário… Não é possível que uma pessoa vivendo numa era tão avançada como a nossa ainda não tenha entendido os danos emocionais, físicos, psicológicos de ética e de moral que uma criança sofre ao ser agredida fisicamente!
      As pessoas precisam de mais amor! Quando uma criança é amada ela aprende a amar, a respeitar, se uma criança cresce sendo agredida ela vai aprender a reproduzir a violência! Uma criança que apanha pode aparentemente na idade adulta não apresentar problemas de conduta, porém pode sofrer de sequelas emocionais!
      Além do mais a maior parte das pessoas não bate para educar, se é que bater educa, mas sim para se livrar do stress que a dificuldade de impor limite trás.
      Educar exige paciência, inteligência, disponibilidade, tempo, amor, empatia e tantos outros fatores dos quais a nossa sociedade está carente…
      O fato mesmo é que nem todo mundo nasceu pra desempenhar o papel de pai, o papel de mãe…
      Pelo amor de Deus gente!!!
      Quando é que as pessoas vão entender que “violência gera violência e amor gera amor”. Aqui se aprende aqui se faz

    • apanhei muito de minha mae e eu nunca senti amor nenhum por ela e realmente eu sou uma pessoa violenta as vezes tenho vontade de resolver os problemas a base da violência essa mulher que escreveu isso acertou tudinho

    • Deia, quando você estiver velha e seu filho te largar num asilo, aí você entenderá que a violência só gera desprezo e jamais amor, cuidado e empatia. Vá se informar e estudar, antes de vir aqui com uma opinião tão rasa e simplista. Quem bate para ensinar, ensina a bater. Obviamente você nunca pensou sobre esse assunto, apenas repete o que os outros falam. Se queremos colher amor, respeito, acolhimento e admiração de nossos filhos, temos que dar a eles isso, o exemplo educa. Agora se tu queres um filho violento, bata mesmo. Que você colherá (em algum momento de tua vida)a violência que semeou nele.

    • Artur da Silva Responder

      Não entenda mal – não estamos de modo algum defendendo o abuso infantil. Uma criança nunca deve ser disciplinada fisicamente a ponto de causar-lhe dano físico. De acordo com a Bíblia, entretanto, a disciplina física, de forma apropriada e controlada, é algo bom e contribui para o bem-estar e correto treinamento da criança.

      Na verdade, muitas Escrituras promovem a disciplina física. “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14; ver também 13:24; 22:15; 20:30). Há também outros versículos que apoiam a correção física (Provérbios 13:24, 22:15, 20:30). A Bíblia fortemente enfatiza a importância da disciplina; é algo de que todos precisamos para que sejamos pessoas produtivas, e é muito mais fácil se aprendido quando somos mais jovens. Crianças que não recebem disciplina muitas vezes crescem rebeldes, não têm respeito à autoridade e como resultado não estão dispostas a prontamente obedecer e seguir a Deus. O próprio Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir ao caminho certo e para encorajar o arrependimento por nossos atos errados (Salmos 94:12; Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9).

      Dar umas boas palmadas quando necessário é importante Sim!

      É por isso que essa geração de hoje esta perdida, filhos deitando e rolando em cima dos pais, cheios de querer, e quando crescem, se o pai ou a mãe diz não…
      Simplesmente o pai ou a mãe acaba em uma cama ou em um caixão.

      • mds do céu??? bater em criança não ajuda em nada, pelo contrário. só traz consequências ruins e traumas psicológicos até mesmo na vida adulta. e parem de citar versículos bíblicos para tentar “justificar” qualquer coisa. a bíblia é livro que foi escrito a mais de mil anos, todos naquela época eram ignorantes!!!
        deixo aqui, à todos que discordam da minha opinião meus sinceros: v4i t0m4r no **

        • Crie seu filho do jeito que vc bem entender Raquel . Vc defende essa tese pq seus filhos não são rebeldes. Já que as escrituras estão erradas quem é você pra dizer alguma coisa sua maldita. E isso é blasfêmia contra Deus. Se vc não quer seguir as escrituras deixa as pessoas educarem seus filhos do modo que elas acharem certo. Agente põe o filho mundo e temos direito sim de castiga Los quando fazem alguma coisa errada. E melhor os pais castiga Los. Doque deixa a polícia e os bandidos fazerem a obrigação que o pai e a mãe deveria ter feito desde quando eles nasceram. Por isso que o mundo está essa merda. Ninguém educação ninguém . Deixa a porra do filho fazer oque bem quer. Depois que o filho leva o tiro na cara a mãe fica aí chorando. Melhor educar doque deixa os bandidos fazerem isso. E outra toda safadeza de hoje fala só abalo psicológico. Por causas de mães como vc que os filhos não respeitam seus pais. Se vc está achando ruim eu te dou os meus pra você criar. Ne atoa que vc está tomando no ****

          • Dá para ver o nível de ignorância, a forma como escreve, já parou para pensar os filhos são seres humanos? Que têm sentimentos? Já parou para pensar que os seus filhos estão agir dessa forma porque você os criou assim, a culpa é inteiramente sua, porque com essa educação, os seus filhos provavelmente vão virar bandidos.

          • Gabriela

            A bíblia nem por Deus foi escrita, foi escrita por um qualquer que nunca falou com Deus para saber sua opinião. PELOS 7 MARES PAREM COM ESSAS JUSTIFICATIVAS IDIOTAS E SEM SENSO DA BÍBLIA

      • Pare de se justificar e vê se aprende de estudos cientificamente provados, não da Bíblia

  20. Eu tenho dois filhos. Uma menina e um menino. Cada um tem uma personalidade. Cada um lida com os limites impostos pelos pais de um jeito. E agimos de forma diversa com cada um. A menina lida melhor com os limites e as explicações do porquê daqueles limites. O menino é mais arredio e algumas vezes, por mais que se explique e chamemos sua atenção, ele tenta fazer o que quer a qualquer custo. O diálogo é a base de tudo, sim, e vale para os limites. Mas às vezes não há outra forma de chamar a atenção delas senão com um corretivo físico. O artigo foi muito infeliz quando coloca todos no mesmo balaio. Meus filhos são dóceis na família, na escola e com os amigos. Não apresentam sinal de revolta, traumas, notas baixas ou coisa do tipo. Quando sofrem um castigo sabem o motivo e, quando é o caso, porque rolou uma palmada (sempre explicamos). Para mim o texto soou como algo daqueles que compõem a turma do 8 contra os atos da turma do 80 quanto ao tema. Eu e minha família ficamos no meio termo e não vejo esses problemas todos apontados acontecer. Muito pelo contrário…

    • Parabéns francisco. Pois antigamente não existia psicologos nem por isso ficamos traumatizados. Hoje em dia tem defensor para coisas eradas para tudo igual os direitos humanos. O cara mata . Faz dezenas de mães chorarem e não podem apanhar. Por causa dos direitos humanos

    • Filho é um ser humano, não é objeto dos pais. Só pelo nível do seu comentário já dá pra perceber que você dever ter apanhado muito na infância e não tem o mínimo de educação. Tu és a prova que apanhar na infância não educa, mas gera pessoas agressivas e sem educação. Já parou pra pensar no absurdo que é agredir uma criança? A covardia deste ato? Como adultos jamais aceitaríamos que alguém nos batesse, você daria palmadas em um idoso para educá-lo? Ou se um marino der palmadas em sua mulher? Você consideraria violência? Pq só com crianças esse absurdo é normal? Vá procurar estudar e se informar. Se atualize, a psicologia, psiquiatria e pediatria do mundo inteiro condena palmadas ou qualquer forma de violência física como meio de educar. Procure sobre disciplina positiva. Não perpetue essa violência.

      • Nossa quanta ignorância alguns comentários a favor de castigos físicos ,onde

        • Nossa quanta ignorância nos comentários a favor de castigos físicos ,tanta informação aí gente a respeito de todas as sequelas físicas e emocionais que podem marcar a vida de uma criança.Vamos nos informar melhor para não passarmos isso mais para gerações futuras .Um ser humano melhor precisa principalmente de carinho ,compreensão e limites .Sem essa de colocar versículos da Bíblia para justificar tamanha ignorância,o Jesus que conhecemos ainda é aquele cujo maior ensinamento foi o amor e não a violência.Fica fácil culpar tamanha truculência em versículos interpretados erroneamente .

    • Artur da Silva Responder

      Não entenda mal – não estamos de modo algum defendendo o abuso infantil. Uma criança nunca deve ser disciplinada fisicamente a ponto de causar-lhe dano físico. De acordo com a Bíblia, entretanto, a disciplina física, de forma apropriada e controlada, é algo bom e contribui para o bem-estar e correto treinamento da criança.

      Na verdade, muitas Escrituras promovem a disciplina física. “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14; ver também 13:24; 22:15; 20:30). Há também outros versículos que apoiam a correção física (Provérbios 13:24, 22:15, 20:30). A Bíblia fortemente enfatiza a importância da disciplina; é algo de que todos precisamos para que sejamos pessoas produtivas, e é muito mais fácil se aprendido quando somos mais jovens. Crianças que não recebem disciplina muitas vezes crescem rebeldes, não têm respeito à autoridade e como resultado não estão dispostas a prontamente obedecer e seguir a Deus. O próprio Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir ao caminho certo e para encorajar o arrependimento por nossos atos errados (Salmos 94:12; Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9).

      Resumindo, a disciplina é necessária Sim (palmadas)!
      Quem não concordar, simplesmente estara criando um filho problemático que se tornará um futuro cidadão delinquente e sem o menor respeito!

  21. Filhos tem que ser educados com dialogo e amor.
    Hoje você bate por que ele falou um palavrão .
    Amanhã você bate novamente ,por que ele voltou a falar palavrão .
    Ele continua falando palavrão , você não vai bater , vai espancar , e dependendo do seu estresse , poderá matar .
    É isso ! Chega de violência.

  22. quem parte para violência é pq não tem capacidade de dialogar! e o que querem passar para seu filho?

  23. Ridículo. Tem que apanhar sim, primeiro para entender que em casa não é uma democracia, mas uma hierarquia. Quem manda, quem toma as decisões em casa são os pais e não os filhos e eles precisam entender isso, algumas vezes apanhando. Servindo inclusive como referência para educação de seus filhos SIM! A sociedade que ensina a não bater nunca é a mesma que assume comportamentos de risco, marginalidade social, playboy folgado, gente escrota sem educação que não tem medo de policiais, juízes e autoridades. Riem, debocham, cospem na cara de todo mundo, porque cresceram sem medo. Se nem os pais que eram pais bateram, vão temer alguém? Vão apanhar sim. Quando forem convencidos conversando, tudo bem, vai ser resolvido conversando, quando não, vão apanhar, sem a menor consciência pesada.

    • aposto que vc e tipo de gajo que espanca no filho e acha que a sua mulher e uma empregada prrr que o mundo e burro pra karai

      • Regiane C Ferreira da Silva Responder

        Discordo. Toda a forma de agressão fisica ou psicológica, seja em mulher, homem, animal e principalmente criança, é uma forma de covardia e descontrole de quem o faz, gerando traumas por muitas vezes irreversíveis. Quanto a passagem da biblia que diz “educar com vara” não significa bater nos filhos e sim ensinar com amor e paciência.

    • Artur da Silva Responder

      Realmente, tem que ter disciplina sim!
      Pais que não dão umas boas palmadas em seu filho, futuramente o veram se tornar um delinquente, que não respeita ninguem!

      Quem ama e quer bem os seus filhos tem que dar palmadas sim!
      Ai esta o resultado dessa geração de hoje criada com moleza, filhos desobedientes, que crescem e se tornam delinquentes, acham que podem tudo, não respeitam ninguem e coisa pior.

  24. Seu filho te chama de idiota e te manda calar a boca. O que você faz? Diz: assim não filhinho, mamãe fica triste. Resultado: a criança entende o valor da não agressão e nunca mais repete o feito. Acreditem nisso…

    • Já ouviu falar sobre disciplina positiva? inteligência emocional? Estude e depois venha comentar antes de opinar. Se atualize.

  25. Um site que diz que temos que bater nos filhos!q horror isso n deveria estar no Google e em nenhuma plataforma pública!

    • Karina Responder

      Gisele, acho que você não leu nada do texto. É importante que não fiquemos com o título, mas aprendamos a ler o conteúdo. O texto desconstrói a informação contida no título. O importante é, de fato, realizar uma educação não violenta em casa.

    • Pois e depois perguntam pq o país ta assim ne a educacao da crianca nunca deve ser com pauladas

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